MCP do BigQuery: o que o agente consegue consultar e o que fica de fora
O MCP do BigQuery dá ao agente 9 ferramentas, SQL em tabela crua e 3.000 linhas por resposta. Não traz teto de bytes por consulta nem definição de métrica.
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O MCP do BigQuery dá ao agente 9 ferramentas, SQL em tabela crua e 3.000 linhas por resposta. Não traz teto de bytes por consulta nem definição de métrica.
O Windsor.ai leva dado de mídia à planilha e ao Claude a partir de US$ 19/mês. A Precisian guarda, define e opera o dado do varejo médio.
O MCP Inspector prova que o servidor fala o protocolo, não que a resposta está certa. Roteiro com cópia anonimizada, gabarito, escopo e custo.
Google Ads conta 30 dias após o clique, a Meta 7 dias após o clique e 1 após a visualização. Com os três MCPs, o agente soma o mesmo pedido duas vezes.
IA para análise de dados funciona para explorar uma planilha e falha para decidir com ela: o modelo calcula certo sobre uma definição que ele mesmo escolheu.
Supermetrics e Windsor.ai levam o dado à planilha e à IA a partir de US$ 19/mês. Nenhum deles decide o que receita significa na sua empresa.
A SQL que roda é o pior caso de text-to-SQL: coluna errada, janela errada e join que duplica linha devolvem um número limpo, sem erro nenhum.
Alucinação de métrica é a IA calculando certo sobre uma definição que a empresa nunca escreveu. Dar a definição ao modelo levou a acurácia de 45,5% a 67,7%.
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