MCP do BigQuery: o que o agente consegue consultar e o que fica de fora
O MCP do BigQuery dá ao agente 9 ferramentas, SQL em tabela crua e 3.000 linhas por resposta. Não traz teto de bytes por consulta nem definição de métrica.
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O MCP do BigQuery dá ao agente 9 ferramentas, SQL em tabela crua e 3.000 linhas por resposta. Não traz teto de bytes por consulta nem definição de métrica.
UTM são parâmetros na URL que dizem ao GA4 de onde veio a visita. O GA4 diferencia maiúsculas: facebook e Facebook viram duas origens no relatório.
Data lake guarda o cru, data warehouse guarda o modelado, lakehouse tenta as duas coisas no mesmo arquivo. Nenhum dos três define o que é receita.
Google Ads conta 30 dias após o clique, a Meta 7 dias após o clique e 1 após a visualização. Com os três MCPs, o agente soma o mesmo pedido duas vezes.
IA para análise de dados funciona para explorar uma planilha e falha para decidir com ela: o modelo calcula certo sobre uma definição que ele mesmo escolheu.
O MCP do Google Analytics lê o GA4 pela Data API, que segue a identidade de relatório da propriedade. Se ela é combinada, o número já vem modelado.
O export do GA4 para o BigQuery tem teto de 1 milhão de eventos por dia, pausa em silêncio e não reprocessa os dias perdidos.
O Pix liquida em até 40 segundos, mas a cobrança pode viver 30 dias. O GA4 só aceita retroagir evento em 72 horas.
O Google exclui explicitamente o export para BigQuery do dado modelado. Interface e warehouse medem coisas diferentes, por desenho.
GA4 exclui frete e imposto da receita; VTEX e Shopify incluem. Três definições diferentes, documentadas, produzem três números.
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